O abuso psicológico nem sempre começa com gritos, ameaças ou humilhações explícitas.
Muitas vezes, ele aparece de forma sutil.
Uma crítica aqui.
Uma ironia ali.
Uma tentativa de controlar uma amizade.
Uma cobrança apresentada como preocupação.
Uma opinião constantemente desvalorizada.
Isoladamente, algumas atitudes podem parecer pequenas.
O problema está quando passam a formar um padrão.
Com o tempo, a pessoa pode começar a sentir medo de discordar, perder a segurança para tomar decisões e acreditar que precisa da aprovação do outro para tudo.
De acordo com o Dr. Danilo de Melo, psiquiatra em Goiânia, o impacto emocional desse tipo de relação pode ser significativo porque a violência psicológica tende a enfraquecer gradualmente a autoestima e a percepção de autonomia.
Nenhum relacionamento saudável precisa diminuir uma pessoa para continuar existindo.
Discordar é normal.
Controlar não é.
Ter conflitos é normal.
Humilhar não é.
Sentir ciúmes pode acontecer.
Transformar isso em vigilância, isolamento ou ameaça não deve ser normalizado.
Perceber esses limites é fundamental para reconhecer relações que estão causando sofrimento.
Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia
Acesse o site: drdanilodemelo.com.br
Fonte: https://opiniaogoias.com.br/abuso-psicologico-nem-sempre-comeca-de-forma-evidente.html
